terça-feira, 4 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Suponho que...

"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca."

(Clarice Lispector)

Quando o amor...


"Quando o amor vos chamar, segui-o,
Apesar do seu caminho ser duro e íngreme.
E quando suas asas vos envolverem, abraçai-o,
Apesar da espada escondida entre suas penas poder ferir-vos.
E quando ele falar convosco, acreditai nele,
Apesar de sua voz poder esfacelar vossos sonhos como o vento norte arruína o jardim.
Pois mesmo quando o amor vos coroa, ele vos crucifica.
O amor não dá nada além de si mesmo e não toma nada além de si mesmo.
O amor não possui nem é possuído;
Pois o amor é suficiente ao amor.
E não pensais que podeis dirigir o curso do amor, pois o amor, se achar que mereceis, dirige o vosso curso."

(Khalil Gibran, filósofo e poeta libano-americano)

domingo, 2 de outubro de 2011

Alexei Alexeievuitsch

O silêncio é puro...


“O silêncio é puro... o silêncio é sagrado... ele aproxima as pessoas, porque só os que se sentem à vontade um com o outro podem se sentar juntos e não dizer nada!”

(O Caderno de Noah, de Nicholas Sparks)

Qualquer pessoa...


“Qualquer pessoa hesita diante da carga de responsabilidade implícita no ato de ser livre.”

(Artur da Távola, jornalista e escritor carioca)

É aquele velho...

“É aquele velho e certíssimo ditado: diga-me do que se vangloria e eu lhe direi do que careces. É o pão de cada dia. O incompetente sempre se apresenta como capaz. O cruel, como piedoso. O pecador, como santo. O avarento, como generoso. O mesquinho, como patriota. O arrogante, como humilde. O vulgar, como elegante. E o tolo, como intelectual.”

(O Jogo do Anjo, de Carlos Ruíz Zafón)

sábado, 1 de outubro de 2011

Creio que...


“Creio que a felicidade é uma cultura. Aperfeiçoa-se.”

(Ribeiro Couto, escritor e diplomata paulista)

E que a minha loucura...


“E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.”

(Metade, de Oswaldo Montenegro)