terça-feira, 11 de março de 2014

sábado, 8 de março de 2014

Estou no Chile, país...


“Estou no Chile, país de minha avó Nidia Vidal, onde o mar come a terra aos pouquinhos e o continente sul-americano se desmancha em ilhas... Por causa dela, conheci o Chile antes de pisar nele; falava-me de suas abruptas montanhas nevadas, de vulcões adormecidos que às vezes despertam com uma sacudida apocalíptica, da longa costa do Pacífico com suas ondas encrespadas e seu colarinho de espuma, do deserto no norte, seco como a lua, que, às vezes, floresce como uma pintura de Monet, das matas frias, dos lagos límpidos, dos rios fecundos e das geleiras azuis. Minha avó falava do Chile com voz de apaixonada...”

(Isabel Allende, em O Caderno de Maya)

sexta-feira, 7 de março de 2014

O matrimônio é...


"O matrimônio é uma experiência, e cada experiência tem o seu preço."

(Oscar Wilde, em O Retrato de Doryan Gray)

quinta-feira, 6 de março de 2014

... amanhecia com um céu alaranjado...

“O dia 2 de janeiro de 2009 amanhecia com um céu alaranjado sobre as montanhas lilases dos Andes, definitivas, eternas, imensas, quando a voz do piloto anunciou a aterrissagem. Logo apareceu um vale verdejante, fileiras de árvores, terrenos cultivados e, ao longe, Santiago, onde nasceram minha avó e meu pai e onde jaz um pedaço misterioso da história da minha família.”

(Isabel Allende, em O Caderno de Maya)

segunda-feira, 3 de março de 2014

Quanto mais alto...


“Quanto mais alto se sobe, mais longe é o horizonte.”

(Vergílio Antonio Ferreira, escritor português)

domingo, 2 de março de 2014

Arre, estou farto...


Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?


(Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, em Poema em Linha Reta)

sábado, 1 de março de 2014

O avião foi subindo...


“O avião foi subindo através de um colchão de nuvens e pouco depois passava sobre os picos nevados da Cordilheira dos Andes. Aqueles cumes brancos que apareciam entre as nuvens do inverno foram a última imagem que tive da minha pátria. Eu voltarei, eu voltarei, repetia como numa oração.”

(Isabel Allende, em Paula)