quinta-feira, 29 de setembro de 2011

As ideias claras...


"As ideias claras servem para falar, porém, são quase sempre as ideias confusas que movem nossas relações."

(Joseph Joubert, escritor francês)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sempre imaginei...



"Sempre imaginei que o Paraíso fosse uma espécie de livraria."

(Jorge Luis Borges, escritor argentino)

Cada um de nós...


Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz

(Almir Sater/Renato Teixeira, em Tocando em Frente)

Perguntaram ao Dalai Lama...


Perguntaram ao Dalai Lama:
“O que mais lhe surpreende na Humanidade?”
E ele respondeu:
“Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer... E morrem como se nunca tivessem vivido.”

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Só me interessam...

"Só me interessam os passos que tive de dar na vida para chegar a mim mesmo."

(Hermann Hesse)

E aqueles que estavam...

"... E aqueles que estavam dançando foram considerados loucos por aqueles que não podiam ouvir a música."

(Friedrich Nietzsche)

A leitura é uma fonte...


"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede."

(Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Há quem passe...

"Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para fogueira."

(Leon Tolstói, escritor russo)

Eu fecho meus...

"Eu fecho meus olhos para ver."

(Paul Gauguin, pintor francês)

Quem tem imaginação...

“Quem tem imaginação, mas não tem conhecimento, tem asas, mas não tem pés.”

(Joseph Joubert, escritor francês)

Quando recupero a razão...

‘Quando recupero a razão, enlouqueço’, diz Julio Ramón Ribeyro em seus diários: quando você abandona os delírios criativos, as fantasmagorias da imaginação, a realidade fica insuportável. (...) A imaginação não só pode vencer a morte (ou pelo menos conquistar um adiamento da pena), mas também nos cura, nos sana, nos torna melhores e mais felizes.”

(A louca da casa, de Rosa Montero)