quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Gosto de palavras na cara...

Alice Small Pardon


“Gosto de palavras na cara. De frases que doem. De verdades ditas (benditas!). Sou prática em determinadas questões: ou você quer ou não.”

(Rachel de Queiroz, poetisa brasileira)

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A gargalhada é o sol...

ilustração anônima


“A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano.”

(Victor Hugo, escritor francês)

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Lemos para saber...

Anita Fraga

“Lemos para saber que não estamos sós.”

(C. S. Lewis, escritor britânico)

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Olá, sou Ifemelu...

Heidi Berger


“Olá, sou Ifemelu.”
“Que nome lindo”, disse Kimberly. “Significa alguma coisa? Amo nomes multiculturais porque eles têm significados maravilhosos, de culturas maravilhosas e ricas.” Kimberly estava dando o sorriso benevolente das pessoas que pensam que “cultura” é uma propriedade estranha e pitoresca de pessoas pitorescas, uma palavra que sempre tinha de ser acompanhada do adjetivo “rica”. Ela jamais acharia que a Noruega tinha uma “cultura rica.”

(Chimamanda Ngozi Adichie, no livro Americanah)

domingo, 19 de novembro de 2017

19 de Novembro - Dia da Bandeira

Dario Villares Barbosa


“Sobre a imensa nação brasileira, nos momentos de festa ou de dor, paira sempre sagrada bandeira, pavilhão de justiça e de amor!”

(Olavo Bilac, poeta brasileiro)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A virtude paradoxal da leitura...

Anna Ancher


“A virtude paradoxal da leitura é que ela nos abstrai do mundo para encontrar nele algum sentido.”

(Daniel Pennac, escritor francês)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

16/11 - Dia Internacional da Tolerância

Marie Aimée Eliane Lucas-Robiquet

“... sem falar dos pensamentos que produzimos sobre o mundo interior estranho e que são tão inseguros e imprecisos que acabam por revelar mais sobre nós próprios do que sobre o outro."

(Mercier Pascal, em Trem Noturno Para Lisboa)

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Não conheço nenhum...

Anne Wallace

“Não conheço nenhum problema que uma hora de leitura não alivie.”

(Charles de Montesquieu, filósofo francês)

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Então não fale nada...

Arthur Sarnoff


Então não fale nada, apague a estrada
Que seu caminhar já desenhou
Porque toda razão, toda palavra
Vale nada quando chega o amor...

(Caetano Veloso, na música Tá combinado)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A gente nasce e morre só...

John Everett Millais


“A gente nasce e morre só. E talvez por isso mesmo é que se precisa tanto de viver acompanhado.”

(Rachel de Queiroz, poetisa brasileira)

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Quando eu morrer...

Vincent van Gogh

“Quando eu morrer, espero que possam dizer: seus pecados eram imorais, mas seus livros eram lidos.”

(Hilaire Belloc, escritor britânico)

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Os livros são abelhas...

Alexi Zaitsev

“Os livros são abelhas que levam o pólen vital de uma à outra mente.”

(James Russell Lowell, poeta estadunidense)

terça-feira, 7 de novembro de 2017

7 de Novembro - Dia Internacional da Preguiça

Karen Cooper
 
“A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.”

(Mário Quintana, poeta brasileiro)
 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Mais tarde, naquela noite...

Georgette Chen

“Mais tarde, naquela noite, ele deixa o hotel Heinitzburg. Como não fez o check-out a tempo, tem que pagar uma noite a mais. Mas ele não se importa. Em algum momento, se você já perdeu bastante, também perde a parcimônia. Você deixa a parcimônia de lado como uma peça de roupa supérflua.”

(Arnon Grunberg, no livro Tirza)

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Eu, agora...

Adrian Paul Allinson

Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?

(Mário Quintana, no poema Do amoroso esquecimento)

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Que triste seria o mundo...

ilustração anônima

“Que triste seria o mundo se tudo nele já estivesse feito; se não houvesse um roseiral que plantar, uma obra que empreender.”

(Gabriela Mistral, poetisa chilena)