sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Maurício de Sousa - Maravilhoso!!!

Ano novo, nova série no blog!
Aproveitando que em Janeiro se comemora o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, vamos iniciar uma publicação mensal da arte de Maurício de Sousa e sua Turma da Mônica, os quadrinhos mais bem-sucedidos das terras Tupiniquins.
A partir de agora, toda primeira semana do mês uma publicação.
E já que é verão...

Mônica e Magali

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Senhor do Bonfim da Bahia



Aos teus pés que nos deste o direito
Aos teus pés que nos deste a verdade
Canta e exulta num férvido preito
A alma em festa da tua cidade

Desta sagrada colina
Mansão da misericórdia
Dai-nos a graça divina
Da justiça e da concórdia
(trecho do Hino ao Senhor do Bonfim da Bahia, Arthur de Salles e João Antônio Wanderley)

domingo, 7 de janeiro de 2018

7 de Janeiro - Dia do Leitor

Aaron Shikler

“Bibliotecas nunca desiludem. Um bom leitor é um eleitor mais informado e responsável; formando leitores estamos também desenvolvendo a empatia e o interesse pelo outro. A longo prazo esse esforço irá traduzir-se numa sociedade mais exigente, mais interventiva e, por extensão, numa classe política um pouco menos bruta do que a atual.”

(José Eduardo Agualusa, escritor angolano)

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Escreva livros só se...

José Ferraz de Almeida Júnior

“Escreva livros só se você for dizer neles aquilo que não tem coragem de confiar a ninguém.”

(Emil M. Cioran, escritor e filósofo romeno)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Ano Novo, vida nova...

André Netto

“Ano Novo, vida nova”
– reza o dito popular.
Tal fato só se comprova
se você mesmo mudar.

(Sonia Regina Rocha Rodrigues)

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Não posso voltar...

Dean Cornwell

“Não posso voltar para ontem porque lá eu era outra pessoa.”

(do livro Alice no País das Maravilhas)

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

O ano de 1835 não prometia trazer...

Didier Delamonica

O ano de 1835 não prometia trazer em seu rastro luminoso de cometa todos os sortilégios, amores e desgraças que nos trouxe. Quando a décima segunda badalada do relógio da sala de nossa casa soou, cortando a noite fresca e estrelada como uma faca que penetra na carne tenra e macia de um animalzinho indefeso, nada no mundo se pareceu travestir de outra cor ou essência, nem os móveis da casa perderam seus contornos rígidos e pesados, nem meu pai soube dizer mais palavras do que as que sempre dizia, do seu lugar à cabeceira da mesa, olhando-nos a todos nós com seus negros olhos profundos que hoje já perderam há muito seu viço, a sua luz e a sua existência de homem do pampa gaúcho que sabiam medir a sede da terra e a chuva escondida nas nuvens. Quando o relógio cessou de soar o seu grito, a voz de meu pai se fez ouvir: “Que Deus abençoe este novo ano que a vida nos traz, e que nesta casa não falte saúde, alimento ou fé.” Todos nós respondemos: “Amém”, erguendo bem alto nossos copos, e nisso não houve ainda nada que pudesse alterar o curso dos acontecimentos que nos regiam tão dolentemente os dias naquele tempo.

(Letícia Wierzchowski, no livro A casa das sete mulheres)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

As coisas que nos tocam...

Clarence K. Chatterton

“As coisas que nos tocam aos vinte não são necessariamente as que nos tocam aos quarenta, e vice-versa. Isso é verdade para livros e para a vida.”

(Gabrielle Zevin, no livro A vida do livreiro A. J. Fikry)

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O amor espiritualiza...

Bernard Karfiol

“O amor espiritualiza o homem – e materializa a mulher.”

(Eça de Queirós, escritor português)

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

A caixa menos cheia...



“A caixa menos cheia é a que mais chacoalha.”

(Provérbio brasileiro)

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Você é o mesmo hoje...

Theo Swagemakers


“Você é o mesmo hoje que será em cinco anos, exceto pelas pessoas que conheceu e pelos livros que leu.”

(Charles “Tremendous” Jones, empreendedor estadunidense)

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

25 de Dezembro - Dia de Natal

Rosina Becker do Valle

Dos doze meses do ano
O de dezembro é o mais bonito
Todo mundo prega a paz
Confraternizam em nome de Cristo
Mas ai daquele que não der um presente
Pode gerar até um conflito

(cordel de Euriano Sales)

domingo, 24 de dezembro de 2017

24 de Dezembro - Noite de Natal

José Henrique Breda
(pintado com a boca)

Não há pinheiros nem há neve,
Nada do que é convencional,
Nada daquilo que se escreve
Ou que se diz… Mas é Natal.

Que ar abafado! A chuva banha
A terra, morna e vertical.
Plantas da flora mais estranha,
Aves da fauna tropical.

Nem luz, nem cores, nem lembranças
Da hora única e imortal.
Somente o riso das crianças
Que em toda a parte é sempre igual.

Não há pastores nem ovelhas,
Nada do que é tradicional.
As orações, porém, são velhas
E a noite é Noite de Natal.

(João Cabral do Nascimento, no poema Natal Africano)

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Quando as pessoas são felizes...

F. V. Sychkov

“Quando as pessoas são felizes, não reparam se é Inverno ou Verão.”

(Anton Tchekhov, escritor russo)

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Verão - Hemisfério Sul

Roxann Poppe Leibenhaut

De todas as maneiras
Que há de amar
Nós já nos amamos
Com todas as palavras feitas pra sangrar
Já nos cortamos
Agora já passa da hora
Tá lindo lá fora
Larga a minha mão
Solta as unhas do meu coração
Que ele está apressado
E desanda a bater desvairado
Quando entra o verão

(De todas as maneiras, de Chico Buarque)

Inverno - Hemisfério Norte

Pieter Brueghel

Já mudou a paisagem,
o vento com sua aragem,
põe nuazinhas as árvores.
Folhas caídas, bailando,
vão o chão todo enfeitando.
É o inverno que vem chegando.

(Zinda Maria Vaconcellos, em Fim de outono)

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Com a escassez iminente...

Claude Monet - Jornal

“Com a escassez iminente — poucos empregos, pensões reduzidas e previdência social minguada —, a vida das pessoas iria se deteriorar. A segurança do pós-guerra, na qual Harry e sua família haviam se formado, tinha desaparecido. Ainda assim, para Harry, agora, era como se o governo estivesse deliberadamente injetando uma forte dose de inquietação no corpo político, pois tudo que ele podia ver era uma Inglaterra verde e aprazível: gado saudável, campos bonitos, árvores podadas, regatos borbulhantes e o cintilante céu do início da primavera. Parecia não haver nem sombra de curry por vários quilômetros.”

(Hanif Kureishi, no livro A última palavra)

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

A Inglaterra pacífica...

Domingos Rebelo - Os Imigrantes


“A Inglaterra pacífica, intocada por guerra, revolução, fome, distúrbios étnicos ou religiosos. No entanto, se os jornais diziam a verdade, a Grã-Bretanha era uma pequena ilha superpopulosa, fervilhante de imigrantes ativos, muitos deles agarrados às bordas do país, como num pequeno bote prestes a adernar. Não só isso, milhares de refugiados e pessoas em busca de asilo, ansiosas por escapar de conflitos no resto do mundo caótico, tentavam atravessar a fronteira. Alguns se amontoavam em caminhões ou se penduravam embaixo do chassi dos trens; muitos cruzavam o Canal da Mancha na ponta dos pés, sobre cordas bambas estendidas acima do mar, ao passo que outros eram disparados em canhões instalados em Boulogne.”

(Hanif Kureishi, no livro A última palavra)

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Eu gostaria de ser...

Baltazar Echave Orio

“Eu gostaria de ser eu, mas um pouco melhor.”

(Mario Benedetti, escritor uruguaio)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

A calúnia é como carvão...

Adam Emory Albright

“A calúnia é como carvão: quando não queima, suja a mão.”

(Provérbio brasileiro)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O esquecimento mata...

Bertold Piotr Oczko

"O esquecimento mata as injúrias. A vingança multiplica-as."

(Benjamin Franklin, político estadunidense)

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O mercado havia mudado...

Sandra Fischer

“O mercado havia mudado; hoje em dia havia mais escritores do que leitores. Todo mundo falava ao mesmo tempo e ninguém escutava, como num manicômio. Os únicos livros que as pessoas liam eram livros de dieta, de culinária ou de exercícios físicos. As pessoas não queriam melhorar o mundo, só queriam corpos melhores.”

(Hanif Kureishi, no livro A última palavra)

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