Um espaço criado para dividir palavras - palavras interessantes, belas, reflexivas, divertidas, fortes, questionadoras, encantadoras, confortantes, enfim, todas as capacidades infinitas daquilo que faz do homem um ser sagrado: a palavra.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Passados dois meses...
“Passados dois meses de tantas histórias, comecei a pensar no sentido da solidão. Um estado interior que não depende da distância nem do isolamento, um vazio que invade as pessoas e que a simples companhia ou presença humana não podem preencher, solidão foi a única coisa que eu não senti, depois de partir. Nunca. Em momento algum. Estava, sim, atacado de uma voraz saudade. De tudo e de todos, de coisas e pessoas que há muito não via. Mas a saudade às vezes faz bem ao coração. Valoriza os sentimentos, acende as esperanças e apaga as distâncias.”
(Amyr Klink, em Cem Dias Entre Céu e Mar)
terça-feira, 21 de abril de 2015
Não vale, a linguagem rica...
Não
vale, a linguagem rica,
um
palmo do chão que lavras:
- é
a ação que frutifica!
Palavras...
são só palavras!
(Augusto
Astério de Campos, poeta baiano)
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Para ouvir a orquestra das árvores...
Reynaldo Manzke
“...
para ouvir a orquestra das árvores deslizando seus violinos de vento e seus
violoncelos de assombro...”
(Fabrício Carpinejar, em Ajuda-me a Chorar)
sábado, 18 de abril de 2015
Dia Nacional do Livro e da Literatura Infantis
Adam Pekalski
(Emilie Buchwald, autora, co-fundadora da Milkweed Editions e fundadora da Gryphon Press)
“As
crianças se tornam leitoras no colo de seus pais.”
(Emilie Buchwald, autora, co-fundadora da Milkweed Editions e fundadora da Gryphon Press)
sexta-feira, 17 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Desde que comecei a trabalhar...
“Desde que comecei a trabalhar na cidade onde nasci, não passava uma semana sem que alguém me procurasse em nome da minha avó para resolver as mais variadas necessidades. De remédio para pressão a segunda via da certidão de casamento, passando por vaga em escola e emprego, tudo ela imaginava que eu podia solucionar. Normalmente, as demandas eram simples. Nada que um telefonema não resolvesse, desde que, claro, fosse eu a interlocutora. Cenário triste de um país no qual a burocracia lambe as botas do poder e oprime quem deveria atender.”
(Dra. Andréa Maciel Pachá, juíza de Direto, em A Vida Não é Justa)
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