quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Homenagem aos 104 anos de nascimento de Jorge Amado

David Laity

“A lua veleja do outro lado do mundo ou descansa no fundo do mar: no negrume da noite, os cômoros são brancos vestidos de noiva cravejados de estrelas refletidas do céu de Mangue Seco; assim escrevera Barbozinha num dos Poemas de Agreste, recordando o encontro com Tieta. Límpido manto de areia, teu vestido de núpcias, grinalda de estrelas, é desfolhada rosa, noiva dissoluta, abscôndita lua negra – versos antigos, bons de recitativo em festas de outrora.”

(Jorge Amado, em Tieta do Agreste)

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